Procuro nas entrelinhas do sorriso a tristeza de que padece a minha alma... Não encontro. Serei eu uma boa jogadora neste tabuleiro da vida, ou apenas um tolo peão que se julga mais esperto que os outros?
Guardando a mágoa do acumular de momentos, corroendo os sacos lacrimais com meus tormentos, vejo que engano somente a mim mesma... A mente não pára, o sentimento é corrompido e o que outrora era certo tornou-se parte integrante das incertezas do Fado... E nisto apenas penso: não seria preferível ser a minha própria companhia numa arca de Noé?
Miau.